Quando chega dezembro a gente começa a refletir sobre o ano que passou, o que poderemos melhorar no Ano Novo que se aproxima... Estou encarando junho como um segundo dezembro. O que posso melhorar? Mas, também, devo lembrar o quanto tenho para agradecer!
Devo agradecer por:
1) Estar viva
2) Ter saúde (mesmo considernado que estou com problema de "junta"... rs)
3) Ter família
4) Ter amigos - e estar fazendo novos, de tantas nacionalidades, de tantos credos e cores
5) Estar realizando sonhos...
5.1) Morar fora, falando outra língua ( e penando com ela)
5.2) Doutorado, com bolsa, no exterior (no caso, só pra lembrar, Estados Unidos)
5.3) Conhecer a Europa, em especial, Paris (a ser concretizado em breve!!!)
Estou crescendo - e não é para os lados, como é de se esperar depois dos 20... Todos nós estamos, mas quero permitir-me registrar isso e enfatizar, pois as dores de cada dia mascaram as delícias de todos os dias. Estou agindo como se deve em face a uma mudança: arrumando a casa, os arquivos impressos e os virtuais. A esperança é sempre a mesma de conseguir dessa forma, em consequência, arrumar a cabeça. O guarda-roupa e a bolsa são igualmente importantes nessa arrumação! Será que alguém já publicou um estudo sobre essas relações entre arrumações externas para organização interna?
Para terminar, um breve relato de Boston, em maio, com chuva. Re-encontrei colegas/amigos da Fulbright (daquele curso que fiz em julho do ano passado). Dividimos experiências desse primeiro ano acadêmico aqui nos EUA. Dificuldades inúmeras, superações maiores ainda; é a tal história do crescimento - pelo amor ou pela dor, não é assim?. Dividimos também o sushi, os petiscos, as piadas e muitas risadas.
Visitei um museu de Arte em Harvard, andei às margens do Charles - o rio que corta Boston -, fui ver filme francês com Barb e jantei com meus amigos judeus na sexta à noite. Barb, Jeremy e eu divagamos sobre como os anos passam depressa, a economia vive assustando todo mundo e o quanto vai ser caro o casamento de Jeremy. E Barb me levou ao aeroporto, presenteando-me alguns minutos antes da saída com o quadro de um pássaro: "Esse quadro me lembra você - um pássaro livre, em pleno vôo... Por isso, quero lhe dar de presente."
Lembro-me de Chaplin: "E a vida é muito para ser insignificante..."
Devo agradecer por:
1) Estar viva
2) Ter saúde (mesmo considernado que estou com problema de "junta"... rs)
3) Ter família
4) Ter amigos - e estar fazendo novos, de tantas nacionalidades, de tantos credos e cores
5) Estar realizando sonhos...
5.1) Morar fora, falando outra língua ( e penando com ela)
5.2) Doutorado, com bolsa, no exterior (no caso, só pra lembrar, Estados Unidos)
5.3) Conhecer a Europa, em especial, Paris (a ser concretizado em breve!!!)
Estou crescendo - e não é para os lados, como é de se esperar depois dos 20... Todos nós estamos, mas quero permitir-me registrar isso e enfatizar, pois as dores de cada dia mascaram as delícias de todos os dias. Estou agindo como se deve em face a uma mudança: arrumando a casa, os arquivos impressos e os virtuais. A esperança é sempre a mesma de conseguir dessa forma, em consequência, arrumar a cabeça. O guarda-roupa e a bolsa são igualmente importantes nessa arrumação! Será que alguém já publicou um estudo sobre essas relações entre arrumações externas para organização interna?
Para terminar, um breve relato de Boston, em maio, com chuva. Re-encontrei colegas/amigos da Fulbright (daquele curso que fiz em julho do ano passado). Dividimos experiências desse primeiro ano acadêmico aqui nos EUA. Dificuldades inúmeras, superações maiores ainda; é a tal história do crescimento - pelo amor ou pela dor, não é assim?. Dividimos também o sushi, os petiscos, as piadas e muitas risadas.
Visitei um museu de Arte em Harvard, andei às margens do Charles - o rio que corta Boston -, fui ver filme francês com Barb e jantei com meus amigos judeus na sexta à noite. Barb, Jeremy e eu divagamos sobre como os anos passam depressa, a economia vive assustando todo mundo e o quanto vai ser caro o casamento de Jeremy. E Barb me levou ao aeroporto, presenteando-me alguns minutos antes da saída com o quadro de um pássaro: "Esse quadro me lembra você - um pássaro livre, em pleno vôo... Por isso, quero lhe dar de presente."
Lembro-me de Chaplin: "E a vida é muito para ser insignificante..."

3 comentários:
...
estava aqui tentando compor uma mensagem para " o seu dia" e agora me vejo sem palavras...
que post foi este ?
mil lagrimas...milagrimas...milagres...
"o mar da historia é agitado, as ameacas e as guerras havemos de atravessa-las, rompendo-as ao meio..."
Ana
Querida Fernanda,
meus parabéns! Que você realize tudo que quer - e olhe que já tem um monte de coisa!
feliz aniversário,
beijos,
Lia.
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